Um arquivo novo para cada criativo
Mesma peça, arquivo diferente: o que muda por dentro e o que precisa continuar exatamente igual.
O que muda
Na saída de um processamento real
O binário
Os dados comprimidos são gerados de novo, do zero.
O checksum
O resumo SHA-256 da saída é diferente do resumo da entrada.
Os metadados
As marcas do aparelho, do editor e das datas de origem não vão junto.
O que não muda
O criativo continua o mesmo
Resolução
Largura e altura idênticas às da entrada, sem redução silenciosa.
Proporção e enquadramento
Nada de corte, borda ou reposicionamento.
Duração e taxa de quadros
O vídeo tem o mesmo tempo e o mesmo ritmo.
Rotação
A marca de rotação é preservada, então o vídeo não sai deitado.
Aparência
Sem filtro, sem ruído inserido, sem alteração de cor ou de áudio.
Por que isso é difícil
Preservar é mais trabalhoso que transformar
É fácil gerar um arquivo diferente: basta recomprimir com qualquer configuração. O difícil é gerar um arquivo diferente que continue idêntico aos olhos de quem assiste.
Isso exige ler a entrada com precisão, aplicar exatamente os mesmos parâmetros geométricos e temporais na saída e conferir o resultado antes de entregar. Na GG CLOAK essa conferência é automática e fica registrada.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre arquivo novo para cada criativo
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